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Lauro Gomes 
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Biografia

Crítico musical, apresentador e produtor com mais de 40 anos de carreira, Lauro Gomes Pinto produziu e apresentou alguns dos mais importantes programas de música erudita brasileira na Rádio MEC, onde trabalhou por décadas. Lauro Gomes acompanhou o processo de implantação do sistema FM, em 1983, e foi o primeiro coordenador da Rádio MEC na nova versão em FM. Além do programa "Sala de Concerto", que comandou na Rádio por 13 anos, ele apresentou o "Música e Músicos do Brasil", no ar há mais de 50 anos e o segundo programa mais antigo do rádio brasileiro.

Lauro Gomes começou estudando canto com Lília Nunes, e logo após, no Conservatório Brasileiro de Música, com Graziela de Salerno, completando os seus estudos técnicos com a professora Leda Coelho de Freitas. Estudou acordeão durante cinco anos, na Academia Alencar Terra.

Em 1974, foi contratado como Técnico em Programação Radiofônica da Rádio MEC passando logo a seguir, a realizar programas especiais para a emissora. Produziu entre vários, os programas: “O Barroco Instrumental”, “O Clássico”, “A Música no Romantismo”, “Nova Dimensão”, “MEC - Especial”, ”Concerto de Gala”, “Acervo MEC”, “Concerto MEC” e “A Ópera – Theatro Municipal – 100 anos”, “Especiais - FM”

Além dos já mencionados programas “Sala de Concerto” e “Música e Músicos do Brasil”, Lauro Gomes também produziu e apresentou na Rádio MEC os “Especiais”, focalizando efemérides e dos ciclos: Nelson Freire, um brasileiro do mundo (16 programas) – A Arte de Guiomar Novaes (16 programas) – Magdalena Tagliaferro, arte e paixão ( 18 programas) - A Arte de Bidu Sayão (15 programas) – A Arte de Jacques Klein (16 programas) – Oscar Borgerth, o violinista brasileiro (16 programas) – A Arte de Cristina Ortiz (29 programas)– Os mestres Arnaldo Estrella e Mariuccia Iacovino (09 programas)– A Arte de Leda Coelho de Freitas (10 programas) - Heitor Alimonda, o mestre do piano (16 programas) – Turibio Santos, o violonista brasileiro (20 programas) –– Roberto Minczuk, o regente (05 programas)– O Maestro Isaac Karabtchevsky (05 programas) – O pianista Arnaldo Cohen (05 programas) - Francisco Mignone, o homem e a obra (45 programas) – Ernesto Nazareth 150 anos (21 programas) – Carlos Gomes, o compositor brasileiro (25 programas).

1979 e 80 - Programador e Redator dos roteiros dos Concertos Didáticos do “Projeto Elos” e, também, apresentador do “Projeto José Maurício”, do Instituto Nacional de Música, da Fundação Nacional de Arte.

1983 - Redator do projeto “Domingo na Escadaria”, concertos realizados pela Fundação de Artes do Rio de Janeiro, na escadaria do Teatro Municipal.

1979 a 1982 - Redator e roteirista dos programas “Escala” e “Opus”, na TVE. É o responsável pela escolha de repertório e dos compositores resgatados na série de CDs “Repertório Rádio MEC”, onde estão recuperadas gravações antigas realizadas na emissora. Foi nomeado, como Chefe e Programador do Núcleo, Rádio MEC-FM desde a sua fundação, em 1983 - durante dois anos.

Em 1989, Chefe de Eventos Musicais. Ainda em 1989, voltaria ao cargo de Chefe do Núcleo de Produção FM. Na música popular produziu: “Ontem e Sempre”, focalizando a história do rádio brasileiro por meio dos seus maiores ídolos, e “Música Instrumental Brasileira”.

Em 1990, recebeu da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro a “Medalha Pedro Ernesto”, por reivindicação de músicos e artistas líricos brasileiros. Atualmente, Lauro também escreve diversos artigos sobre música e teatro para várias revistas especializadas e jornais do país. Por diversas vezes, Lauro participou como jurado em concursos e festivais de música.

TEATRO
Lauro Gomes formou-se nos cursos de interpretação e direção do então Conservatório Nacional de Teatro, complementado pelo de Canto do Conservatório Brasileiro de Música. Começou dirigindo o Grupo Orla e logo depois o Teatro de Equipe da Guanabara, encenando peças de autores como Tchecov, François Billedoux e Oscar Wilde. Como ator participou de trabalhos na TV Tupi e de novelas na TV Globo. Compôs para espetáculos infantis, como: “A Gata Borralheira”, “Joãozinho e Maria” e “Nicolete contra 007”.

Em 1968, escreveu e dirigiu “Os Três Porquinhos”, para o Grupo Jovem de Espetáculos, premiado no 1º Festival de Teatro Infantil do Estado da Guanabara, em 1968. No 2º Festival em 1969, foi premiado com duas peças: “O Patinho Feio”, uma das seis finalistas e “O Sapateiro do Rei”, que recebeu o 1º prêmio, como a favorita do público e causou problemas com a censura vigente na época.

Em 1975 reabriu o Teatro Duse dirigindo a peça “Os Cordeiros de Deus”, de Silva Ferreira. Escreveu e dirigiu para o “Grupo Etc e Tal” o musical infantil “A Princesinha Mimada e o Dragão Malvado”, que estreou no dia 2 de julho de 1977, no Teatro Glória.

Em 1992, escreveu, juntamente com Ricardo Stelle, “A Alma das Coisas” ou “O Sonho de Eloin”, com montagem programada para a ECO 92. Para a Escola de Música Villa-Lobos, dirigiu a ópera “Maroquinhas Fru-fru”, de Maria Clara Machado e música de Ernest Mahle, apresentada com grande êxito nas Salas Funarte e Cecília Meireles, em 1978/79.

Entre 1969 e 1970, foi autor teatral três vezes premiado pela Secretaria de Educação do então Estado da Guanabara.

Em 1974, Lauro Gomes dirigiu “Hoje é Dia de Rock”, de José Vicente com o Grupo Scena, de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Em 1993 foi contratado como Professor de Teatro pela Escola do Jóquei Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, dando aulas durante dois anos, e de onde, sob protestos, pediu desligamento por absoluta falta de tempo.

Para a Série Concertos FINEP dirigiu as partes principais das óperas: Lo Schiavo e Fosca, de Carlos Gomes, em 2006 – La Bohème, de Puccini, em 2007 – O Contratador de Diamantes, L’Inocente e O Chalaça, de Francisco Mignone, em 2007 – Il Trovatore, de Verdi - Norma, de Bellini, ambas em 2011, sendo que Norma foi eleita como um dos 10 melhores concertos de 2011 – Maria Tudor, de Carlos Gomes, amplamente aclamada pela crítica como umas das melhores realizações no gênero, em abril de 2012, também eleita como um dos 10 melhores concertos de 2012.

Ainda em 2012 dirigiu as cenas principais de Manon e Thaís, de Massenet e La Forza Del Destino, de Verdi.

TEATRO EM MACEIÓ
Lauro Gomes dirigiu para a Associação Teatral das Alagoas, as seguintes peças: 1971 - “Hipólito”, de Eurípedes; 1972 - “Hoje é Dia de Rock”, de José Vicente; 1975 - “O Inspetor Geral”, de Gogol; 1976 - “O Bravo Soldado Schweik”, de Jaroslav Hasek; 1977 - ”A Sapateira Prodigiosa”, de Garcia Lorca; 1978 - “Pano de Boca”, de Fauzi Arap; 1979 - “Onde Canta o Sabiá”, de Gastão Tojeiro; 1983 - “Fazendo Chuva”, de Homero Cavalcante; 1994 - “A Mandrágora”, de Maquiavel e 2001 - “O Acendedor de Estrelas”, dramatização cênica de poemas de Jorge de Lima. Ainda para a ATA, dirigiu as leituras dramáticas de; 1995 - “A Farinhada”, de Sávio de Almeida; 1999 - “A Reforma”, de Everaldo Moreira e “Prometeu Acorrentado”, de Ésquilo. Além de aulas para o Curso de Teatro da Universidade Federal de Alagoas, em 1995, encenou com alunos formandos; “Não Consultes Médico”, de Machado de Assis e “A Serpente”, de Nelson Rodrigues. Em 1988, Lauro Gomes recebeu o título de “Cidadão Honorário da Cidade de Maceió”.

VIDEO
A partir de
2015, Lauro Gomes começou a trabalhar no portal  Música Clássica Brasileira, como redator da coluna Lá Fundamental (110 Hz), onde publica criticas de concertos e apresentações musicais. Também no portal, Lauro é o apresentador do programa "Lauro Gomes Entrevista", uma série em video onde personalidades importantes da música erudita são entrevistadas. Em 7 de Setembro de 2016, celebrando os 80 anos da entrega da Rádio MEC ao governo, Lauro Gomes lançou uma nova temporada do seu antigo sucesso radiofônico, o programa Sala de Concerto, agora em vídeo, estreando a volta do programa com um concerto da pianista Cristina Ortiz.  

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